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Quantos jogadores tem uma equipa de futebol? Titulares, suplentes e substituições

Onze entram, mas a resposta completa não cabe numa camisola: há um mínimo para o jogo continuar, limites diferentes no banco e regras próprias para substituições, prolongamento e expulsões.

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A resposta curta: 11 jogadores de cada lado

Um jogo de futebol é disputado por duas equipas com um máximo de 11 jogadores cada. Um deles tem de ser o guarda-redes. Portanto, quando o árbitro dá o apito inicial numa partida profissional normal, podem estar 22 jogadores no relvado: vinte jogadores de campo e dois guarda-redes.

O número 11 é um máximo, não uma obrigação absoluta durante todos os segundos da partida. Uma equipa pode ficar temporariamente com menos jogadores devido a lesão, tratamento médico, substituição ou sanção disciplinar. O ponto decisivo é o limite mínimo previsto nas Leis do Jogo.

Números essenciais numa partida oficial
SituaçãoNúmero
Máximo de jogadores por equipa em campo11
Guarda-redes obrigatório1 por equipa
Mínimo para iniciar ou continuar7
Substituições usadas numa competição oficialAté 5, segundo o regulamento
Suplentes que podem ser inscritos na fichaEntre 3 e 15, segundo a competição
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Qual é o número mínimo de jogadores?

Nenhuma equipa pode iniciar ou continuar um encontro com menos de sete jogadores. Se um clube chegar ao jogo com apenas seis atletas elegíveis, o árbitro não pode dar início à partida. Se começar com sete e perder um por expulsão ou lesão sem possibilidade de substituição, o jogo deixa de poder continuar.

Quando um lado fica com menos de sete enquanto a bola está em jogo porque um jogador saiu deliberadamente do terreno, o árbitro pode aplicar a vantagem durante essa jogada. Contudo, o encontro não deve recomeçar depois de a bola sair se o número mínimo ainda não tiver sido reposto. As consequências desportivas — derrota administrativa, repetição ou outro efeito — pertencem ao regulamento da competição e às decisões disciplinares.

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Titulares, suplentes e plantel não são a mesma coisa

Os titulares são os jogadores escolhidos para começar. Os suplentes são os nomes inscritos na ficha de jogo que podem substituir um titular ou outro jogador que já esteja em campo. O plantel é um universo maior: inclui todos os atletas registados pelo clube para a época ou para determinada competição.

É por isso que um clube pode ter 25, 30 ou mais jogadores sob contrato e levar apenas uma parte para cada encontro. Também pode existir uma lista de inscritos na prova com limites de idade, nacionalidade, formação local ou prazos de registo. Nada disso altera o máximo de 11 jogadores em campo.

  • Titular: começa o encontro no terreno de jogo.
  • Suplente: está inscrito na ficha e pode entrar legalmente.
  • Substituído: já saiu e, no futebol profissional, não pode regressar.
  • Plantel: conjunto de jogadores disponíveis ao clube, não apenas os convocados.
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Quantos jogadores podem ficar no banco?

Não existe um único número universal para todos os campeonatos. As Leis do Jogo determinam que o regulamento da competição deve indicar quantos suplentes podem ser nomeados, dentro do intervalo permitido de três a 15. Assim, uma resposta como «o banco tem sempre sete jogadores» ficou presa noutra época.

Liga Portugal, competições da UEFA, Campeonato Brasileiro, seleções e provas de formação podem usar fichas diferentes. Antes de responder para um jogo concreto, é necessário consultar o regulamento dessa prova e dessa temporada. O banco também inclui elementos técnicos, mas esses profissionais não contam como suplentes.

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Como funcionam as cinco substituições

Nas competições oficiais que adotam o limite máximo atual, cada equipa pode utilizar até cinco substituições. Para impedir que a partida seja interrompida a toda a hora, essas trocas têm de ser feitas em três oportunidades durante o jogo. O intervalo não gasta uma dessas oportunidades.

É possível trocar dois ou três jogadores na mesma paragem e consumir apenas uma oportunidade. Se as duas equipas substituírem na mesma interrupção, cada uma utiliza uma oportunidade própria. Não usar as cinco trocas não dá direito a interromper o jogo uma quarta vez.

O jogador que vai entrar deve aguardar pela autorização do árbitro, entrar pela linha de meio-campo e só o pode fazer depois de o colega ter saído. A substituição fica concluída quando o suplente entra legalmente no terreno.

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O que muda no prolongamento

As substituições e oportunidades que não foram usadas no tempo regulamentar mantêm-se disponíveis no prolongamento. Algumas competições autorizam ainda uma troca adicional e uma oportunidade suplementar. Esta possibilidade tem de estar escrita no regulamento; não nasce automaticamente por o relógio passar dos 90 minutos.

As alterações feitas entre o final dos 90 minutos e o início do prolongamento, ou no pequeno intervalo entre as duas partes do prolongamento, não consomem uma oportunidade de interrupção. Continuam, porém, a contar para o número total de jogadores substituídos.

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Expulsões, lesões e troca de guarda-redes

Um jogador expulso depois do início não pode ser substituído. A equipa continua com dez, nove, oito ou, no limite, sete jogadores. Se descer abaixo desse número, a partida não pode prosseguir. Um suplente expulso também deixa de poder participar, mas a equipa não perde um jogador em campo porque ele ainda não tinha entrado.

Qualquer jogador pode trocar de posição com o guarda-redes, desde que o árbitro seja informado e a mudança ocorra numa interrupção. Se o guarda-redes for expulso e ainda houver substituições, normalmente entra um guarda-redes suplente e sai um jogador de campo. Se não houver trocas disponíveis, um dos jogadores que já está no relvado assume a baliza.

Uma lesão não permite acrescentar um jogador extra por simples bom senso. A equipa usa uma substituição disponível ou continua em inferioridade. Algumas provas adotam substituições permanentes adicionais por suspeita de concussão; esse protocolo é separado das cinco trocas normais.

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Existem jogos com mais ou menos jogadores?

Sim. Futebol de sete, futebol de cinco, futsal, variantes de formação, veteranos e competições amadoras podem usar números diferentes. As associações podem adaptar certas regras em futebol juvenil, de base, de veteranos e para jogadores com deficiência.

No futsal profissional, por exemplo, jogam cinco de cada lado e as substituições são ilimitadas dentro do procedimento próprio. Um jogo escolar de sete não deve ser usado para responder a uma pergunta sobre futebol de onze — parecem parentes, mas não vivem todos na mesma casa regulamentar.

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Porque é que uma equipa joga com 11?

O futebol foi padronizado no século XIX e o onze consolidou-se como a medida do jogo organizado. O número oferece cobertura suficiente para um campo grande, distribui funções entre baliza, defesa, meio-campo e ataque e permite grande variedade tática.

As funções mudaram radicalmente, mas o total resistiu. Uma equipa pode alinhar em 4-3-3, 3-5-2 ou 4-4-2 e continua a somar dez jogadores de campo mais um guarda-redes. A formação é o desenho; o número de jogadores é a moldura.

FAQ

Perguntas frequentes

Uma equipa pode começar com dez jogadores?+

Pode, desde que tenha pelo menos sete jogadores e que os participantes estejam devidamente inscritos. Começar com menos de 11 não cria o direito de acrescentar mais tarde alguém que não constava da ficha.

Quantas substituições são permitidas?+

Em muitas competições oficiais são permitidas cinco, realizadas em três oportunidades durante o jogo, além do intervalo. O regulamento da prova é sempre a confirmação final.

Um jogador substituído pode voltar?+

Não no futebol profissional normal. Substituições de retorno só podem ser autorizadas em contextos como formação, veteranos, deficiência e futebol de base.

A equipa acaba se tiver quatro expulsões?+

Se começou com 11, quatro expulsões deixam sete jogadores e o encontro ainda pode continuar. Uma quinta expulsão deixa apenas seis e impede a continuação.